Índice da Construção Civil

Data e Hora  artigo publicado em 19/03/2009

Índice da Construção Civil tem alta de 0,32% em fevereiro

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinap) registrou, em fevereiro, variação de 0,32%, valor pouco abaixo da taxa de 0,39% verificada em janeiro. O resultado ficou 0,11 ponto percentual abaixo da taxa de fevereiro de 2008.

Calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em convênio com a Caixa Econômica Federal, o Sinapi acumula, este ano, elevação de 0,71% e, nos últimos 12 meses terminados em fevereiro, a taxa chega a 11,55%

Segundo o IBGE, o custo nacional da construção, por metro quadrado, passou de R$ 679,41 (janeiro) para R$ 681,58 (fevereiro), sendo R$ 399,7 referentes aos gastos com materiais, e R$ 281,88, com a mão-de-obra. Os materiais tiveram alta de 0,49% em fevereiro, mantendo, assim, a trajetória de desaceleração observada desde outubro do ano passado.

A componente mão-de-obra também recuou, com taxa de 0,08% em fevereiro contra 0,18% de janeiro. Ambos os resultados ficaram abaixo também dos registrados em fevereiro de 2008, de 0,67% e 0,1%, respectivamente.

Nos dois primeiros meses deste ano, a alta dos materiais atingiu 1,02%, e, em 12 meses, chegou a 13,42%. Nesses mesmos períodos, a mão-de-obra registrou acumulados de 0,27% e 9,01%. No conjunto das regiões geográficas, o Norte (0,6%) e o Sudeste (0,35%) se destacaram, em fevereiro, com as maiores altas, situando-se acima da média nacional (0,32%). Além disso, o Nordeste registrou alta de 0,32%, o Centro-Oeste, de 0,16%, e o Sul, de 0,14%.

A região Norte também apresentou os acumulados mais elevados no ano (0,9%) e em 12 meses (13,11%). No outro extremo, o menor acumulado no ano coube à região Sul (0,56%) e, nos últimos 12 meses, ao Nordeste (10,95%). Devido à pressão exercida por reajustes salariais das categorias profissionais, o Pará se destacou em fevereiro, com variação mensal de 1,12%. No ano, o Maranhão ficou com o maior acumulado (3,2%) e, nos últimos 12 meses, a maior taxa ocorreu no Acre (15,34%).

Fonte: Agência Brasil

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